Caricatura: O Desenho de Humor Brasileiro

 Caricatura – O desenho de Humor.

caricatura j. carlos
Caricatura do Mestre J. Carlos

  A caricatura como forma de arte ampla e abrangente, narra, retrata, e destaca  a sociedade como um todo,  em pequenos grupos, ou individualmente; expondo suas qualidades e seus defeitos em representações gráficas ou plásticas vistas sob o prisma do humor.

Nessa perspectiva do termo “Caricatura”, podemos entender como manifestação dessa arte, a Charge, o Cartum, a História em Quadrinhos, a Tira e a própria Caricatura ( representando um retrato pessoal ).

A caricatura e toda a sua manifestação, considera o material produzido ( geralmente desenhos ) como obras de arte em si, ou seja, toda a caricatura produzida  é uma obra de arte, independente de sua utilização.

 

A caricatura é o espelho que engrossa as feições e torna os objetos mais salientes.      Eça de Queiroz

Caricatura Universal – O Cartum

Caricaturas em Histórias de Humor  – Quadrinhos


 

Caricatura, Charge, Cartum, Tiras e Quadrinhos

 

Caricatura – Retratos Engraçados

Caricatura Zé do Caixão
Ilustração  Abel Costa

Caricatura é uma representação gráfica que busca distorcer (aumentar, diminuir, ou exagerar ) uma qualidade ou uma característica de uma pessoa, animal ou objeto;  transformando o desenho ( ou outra representação plástica ) em um  “Retrato Engraçado ” , que tem como objetivo primário o humor.

Mas segundo a Wikipédia  ” Caricatura é um desenho de um personagem da vida real, tal como políticos e artistas.

Porém, este desenho enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. ”

Caricatura é uma forma de arte mais geral e abrangente, e se expressa por meio do desenho, pintura e escultura.

A palavra Caricatura, deriva do verbo italiano caricare ( carregar, sobrecarregar, com exagero ), e foi usada pela primeira vez em 1646 por A. Mosini.

A caricatura moderna surgiu no Renascimento, quando o homem passou a ser o centro da estética artística; e o principal colaborador para o desenvolvimento da caricatura foi Leonardo da Vinci ( 1452-1519 ).

 

Caricatura Social – a Charge

Charge Belmonte
Charge de Belmont nos anos 1950

A charge representa um fato histórico, uma ideia, ou uma situação,  social ou pessoal, de maneira caricatural com caráter burlesco.

O desenho tem um sentido temporal, um fato  ocorrido em um período de tempo definido, e é usada principalmente em temas políticos e de futebol.

O principal papel da charge é dar uma opinião, e por essa característica, a charge é um ótimo registro histórico da sociedade.

Muitas charges representam tão bem a opinião de pessoas, e de épocas passadas, que é possível entende-las, mesmo após o fato ( evento ou época ) ter terminado.

A palavra Charge vem do francês, e significa carga.

 

Caricatura Universal – o Cartum

Cartum do Angeli
Cartum do Angeli

 O Cartum relata uma situação de maneira humorística,  não dependendo de contexto de época ou cultura, sendo sempre atemporal e universal.

A palavra vem do inglês “cartoon” , que tem origem no termo italiano “cartone” que significa “ pedaço grande de papel”

No Brasil, o termo cartum foi lançado em 1964 na revista Pererê, e logo foi adotado por todos os profissionais.

No Cartum podem ser inseridos elementos de história em quadrinhos, como falas, narração, onomatopéias e até a divisão de cenas.

Temas universais como o náufrago, o amante, o palhaço, a guerra, o bem x mau, são frequentemente explorados em cartuns.

São temas que podem ser entendidos em qualquer parte do mundo por diferentes culturas em diferentes épocas.

 


 

Caricaturista J. Carlos

Caricaturista Belmonte

Caricaturista Baptistão


 

 Caricatura em  histórinhas rápidas – Tiras

 

 

Tirinha do Laerte
Tirinha do Cartunista Laerte

 

Tiras são pequenas textos apresentados em forma de narrativa feito pela sequencia de desenhos, que tem um ou vários personagens que narram uma história, uma piada, um  pensamento, ou opinião.

Nas tiras existem os diálogos, monólogos, pensamentos, e todos os elementos que são característicos de uma história em quadrinhos.

As tiras ganharam reconhecimento na sociedade como representantes do desenho de humor, e atualmente são encontradas em jornais, revistas e  internet.

 

Caricatura contando uma História – em Quadrinhos

Quadrinhos do Laerte
História em Quadrinhos do Laerte

 

Caricaturas com  História em Quadrinhos é a mais complexa representação do desenho de humor, aqui você encontra a caricatura, e a narrativa de histórias; e juntos podem transmitir várias opiniões e idéias de uma maneira que a charge, o cartum e a caricatura não fazem.

Os quadrinhos apresentam características novas a caricatura, a principal é a narrativa gráfica.

O fato de poder trabalhar uma ideia de maneira mais detalhada, ou abordar várias opiniões e pontos de vista, ao mesmo tempo, são os grandes atrativos para os caricaturistas que desenham histórias em quadrinhos.

 

A caricatura é mais forte que as restrições e que as proibições. É imortal porque é uma das facetas daquele diamante que se chama verdade.       Eça de Queiroz

 


 

Caricatura como Arte – Caricaturistas

Segundo Joaquim Fonseca ( Caricatura – Imagem gráfica do Humor) o primeiro caricaturista profissional, que tinha por ofício fazer a caricatura de moradores e visitantes de roma, foi o italiano Pier Leone Ghezzi ( 1674-1755 ).

Alguns dos artistas mais conhecidos, que também criaram, e ajudaram a evolução da caricatura foram : Leonardo Da Vinci, Annibale Carracci, Albrecht Dürer, Arcimboldo, Goya, Delacroix, Pissarro, Manet, Monet, Degas, Pablo Picasso, Almeida Junior, Toulouse, citando apenas alguns.

Desde o surgimento do primeiro caricaturista profissional, por volta de 1700, até a atualidade,  o modo como as caricaturas são realizadas, e o mercado consumidor desta arte mudou muito.

Hoje em dia as caricaturas são criadas  para revistas, jornais, agencias de publicidade ou  publicações ( empresas, internet, material promocional ).

Nos últimos 30 anos, a caricatura ganhou o devido reconhecimento como veículo de comunicação e está  praticamente todo lugar.

Conheça um pouco mais de alguns artistas que marcaram o nome na história da caricatura brasileira.

 

 Caricaturista  J. Carlos

José Carlos de Brito e Cunha – Rio de Janeiro, RJ, 1884 – 1950

Seu primeiro trabalho foi publicado em 1902, na revista Tagarela, em seguida, passa a colaborar regularmente com a revista e em abril do ano seguinte já desenha a capa da publicação.

Contribuiu para imprensa do Rio de Janeiro e São Paulo em publicações como Careta, O Malho, Para Todos, entre outras.

Desenhando figuras, às vezes simbólicas,como Tio Sam, J. Carlos desenhou muitas personalidades da época, como o Barão do Rio Branco, o Marechal Hermes, Nilo Peçanha, e Epitácio Pessoa.

Seu desenho era livre, rápido e de um traçado limpo, ao mesmo tempo que ia para o grotesco tinha bom humor, e quando necessário, profundo.

Seus desenhos mais conhecidos são as figuras típicas do Rio de Janeiro, os políticos da então capital federal, os sambistas, os foliões no carnaval,  e principalmente, a melindrosa, uma mulher elegante  que surgia com a modernidade do século XX.

Além de variada, sua obra é bastante numerosa, sendo calculada por alguns em mais de cem mil ilustrações.

Nos anos 1930 J. Carlos foi o primeiro brasileiro a desenhar Mickey Mouse em capas e peças publicitárias na revista O Tico Tico.

Em 1941, Walt Disney visitou o Brasil,e o convidou J. Carlos para trabalhar em Hollywood, o ilustrador recusou o convite, porém enviou a Disney um desenho de um papagaio que segundo alguns pesquisadores, serviu de inspiração para a criação de Zé Carioca.

 

Referência:  J. Carlos ( http://www.jotacarlos.org/; http://pt.wikipedia.org/wiki/J._Carlos ; http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,mostra-reune-desenhos-do-ilustrador-e-caricaturista-j-carlos,1535769 );

 

  Caricaturista Belmonte

Belmonte foi o mais popular desenhista de humor de São Paulo em todos os tempos. Chamava-se Benedito de Bastos Barreto, nasceu no bairro da Liberdade, no dia 15 de maio de 1897. Filho de João Caneros de Bastos Barreto e de Rita do Espírito Santo Barreto.

Seus desenhos ganharam o país e foram publicados também em O Cruzeiro, D. Quixote, Verde e Amarelo, Kosmos, Radium, Vamos Ler, Fon-Fon, além das estrangeiras Rire (França), ABC (Portugal), Caras y Caretas (Argentina), Judge (EUA) e Kladeradtsch (Alemanha).

Em 1925 criou o personagem Juca Pato, um sujeito mal-humorado, baixinho, de óculos e careca “por tanto levar na cabeça”, cujo lema era “podia ser pior”, e que reclamava do custo de vida, da burocracia e da corrupção dos governantes.

Juca Pato sintetizava a figura do homem comum, trabalhador e honesto da classe média paulistana, sempre bem vestido de terno e gravata era um típico paulistano frustrado.

A popularidade do personagem foi tamanha que, nos anos 1930, seu nome aparece associado a cigarros, cadernos escolares, balas, cavalos de corrida e até a marchinhas de carnaval.

Entre os anos 1929 e 1937, Belmonte colaborou com Monteiro Lobato para ilustrar algumas de suas obras infantis.

Também foi um colaborador fervoroso do autor Viriato Corrêa, um exemplo é o livro “A Bandeira das Esmeraldas” um livro juvenil que explica a história de índios e bandeirantes, ricamente ilustrado com nanquim.

Em 10 de novembro de 1937, dia da instauração do Estado Novo, publicou uma charge em que Juca Pato lia trechos da constituição americana, tendo em segundo plano a Estátua da Liberdade.

Fez as ilustrações da primeira edição do livro O Poço do Visconde, de Monteiro Lobato, publicado em 1937 e também dos demais livros escritos para o público infantil, até 1947.

Profundo conhecedor da história do Brasil, precisamente sobre a história dos bandeirantes, escreveu na década de 40 “No Tempo dos Bandeirantes”.

Através da arte de Belmonte, Juca Pato era um defensor da classe média paulistana. Homem simples, trabalhador, honesto, fazia o possível para deixar suas contas em dia.

Faleceu em São Paulo, no Hospital São Lucas, na madrugada de 19 de abril de 1947, pouco antes de completar 50 anos, vítima de tuberculose.

 

Referência : Belmonte (  http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/belmonte-o-caricaturista-que-irritou-goebbels/ ; http://pt.wikipedia.org/wiki/Belmonte_(cartunista) ;  http://www.artefatocultural.com.br/portal/index.php?secao=colunistas_completa&subsecao=105&id_noticia=349&colunista=Z%C3%A9%20Roberto%20Gra%C3%BAna   ;  http://www.saopauloantiga.com.br/mais-do-que-um-caricaturista-ele-foi-belmonte/  )

 

  Caricaturista Baptistão

Eduardo Baptistão nasceu em São Paulo em 1966.

Eduardo Baptistão começou a “trabalhar” enquanto se divertia, foi jogando futebol de botão que os desenhos surgiram.

Ele desenhava os rostos dos jogadores para montar seus times, e de tão boas que ficavam começou a receber encomendas dos amigos.

Ele resolveu então enviar uma mostra de seus desenhos à seção de cartas da revista Placar.

Pronto: aos 15 anos teve sua primeira obra publicada na mais importante revista esportiva do Brasil.

Atua como ilustrador no mercado editorial desde 1985, quando publicou seu primeiro trabalho na Folha de São Paulo.

Formou-se em Publicidade e Propaganda pela Cásper Líbero em 1988.

Foi ilustrador do jornal O Estado de S. Paulo de 1991 a 2013, e do Jornal da Tarde de 2003 a 2012.

É colaborador das revistas Carta Capital e Veja, desde 1995 e 2004, respectivamente.

A lista de trabalhos se estende por Vogue, Playboy, Você/SA, Imprensa, Vip e Sexy.

Teve dois livros autorais de caricaturas lançados:

-A Book of Portraits – Selected Works of Eduardo Baptistao (Irã, 2009)

-Sketchbook Experience (Portugal/Brasil, 2013)

 

Referência ( https://chutecolocado.wordpress.com/2014/10/13/caricaturas-palmeirenses-por-eduardo-baptistao/ : http://www.galeriaornitorrinco.com/artistas/baptistao/ http://baptistao.zip.net/arch2014-07-01_2014-07-31.html )

 

  Caricaturista Laerte

Laerte Coutinho é um dos quadrinistas mais conhecidos do Brasil, nascido na cidade de São Paulo no dia 10 de junho de 1951

Iniciou seus estudos universitários na ECA-USP, onde passou pelos cursos de música e comunicações, mas não terminou nenhum deles.

Iniciou como profissional em 1970, na revista Sibila, onde desenhava um personagem chamado Leão.

Em meados dos anos 70, em conjunto com Luiz Gê, criou a revista Balão.

Laerte ainda prestou serviços para a revista Placar , e para a revista Banas, em  1974, o cartunista teve a sua primeira oportunidade de colaborar com um jornal, quando fez um trabalho para a Gazeta Mercantil.

No fim dos anos 80, Laerte foi colaborador  das revistas: Geraldão (que tinha Glauco como editor) e Chiclete com Banana, de Angeli.

Todas elas faziam parte da Circo Editorial, que depois acabou lançando a revista Piratas do Tietê,  em 85  lançou “O Tamanho da Coisa”, sua primeira coletânea de charges publicada em livro.

Laerte foi colaborador de jornais como O Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo e as revistas Istoé e Veja.

Alguns de seus personagens mais populares são: Overman e os Piratas do Tietê.

Em criação conjunta com outros cartunistas, Glauco, Adão Iturrusgarai e Angeli, Laerte foi co-criador e desenhista de Los Três Amigos.

 

Referência : ( http://www.infoescola.com/biografias/laerte-coutinho/  )

 

  Caricaturista Fernandes

Fernandes (Avaré,05 de outubro de 1959) é um cartunista, caricaturista, chargista e quadrinista brasileiro.

Já ganhou mais de 40 prêmios de humor gráfico, no Brasil e exterior, incluindo o Troféu HQ Mix e melhor caricaturista em 2010.

Trabalha no jornal Diário do grande ABC, onde publica suas charges diariamente.

Fernandes publicou pela primeira vez em 1979, no jornal “O Estábulo” começou a participar de salões de humor em 2001, ilustrou diversos livros infantis e entre eles a Turma do Gerson e a coleção Castelo Rá Tim Bum.

 

Referência: ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernandes_(ilustrador); http://sacizento.bol.uol.com.br/blog/?p=4528 )

 



 

 

  Caricaturista Mario Alberto

Mario Alberto – Rio de Janeiro – RJ , 15 de Dezembro de 1970

Formado na Escola de Belas Artes da UFRJ em 1994

Em meados dos anos 90, começou o trabalho profissional em ilustração como free lancer.

Fez sua primeira caricatura e charge aos 23 anos, e realmente começou no humor depois de receber uma menção honrosa no 7°Salão Carioca de Humor em 1994

Depois iniciou o trabalho no diário esportivo Lance! em 1997 onde permanece até hoje.

 

 Referência : (  http://www.marioalberto.com.br/; http://blogs.lancenet.com.br/charges/ ; http://blogdoorlando.blogosfera.uol.com.br/2014/05/21/cartunista-mario-alberto-reune-charges-em-livro-sobre-selecao-brasileira/ )

 

  Caricaturista Angeli

Filho de um modesto casal de imigrantes italianos, o pai funileiro e a mãe costureira, Angeli veio ao mundo em 31 de agosto de 1956.

Quatorze anos mais tarde, como office-boy, ele descobriu os encantos e as contradições de sua cidade e também deu os primeiros passos da carreira de cartunista nas páginas da extinta revista Senhor.

Não se tornou funileiro, Angeli teve a vida transformada da noite para o dia, quando, em 1975, aos 17 anos, foi um dos premiados no 2° Salão de Humor de Piracicaba.

O prêmio o aproximou da chargista alemã, radicada no Brasil, Hilde Weber, que  trabalhava para o jornal O Estado de S. Paulo e era ex-mulher do jornalista Cláudio Abramo, à época, editor da Folha de S. Paulo.

Por recomendação de Hilde à Abramo, Angeli foi parar na Folha, onde reina, como chargista e cartunista, há quase 40 anos.

Lançou pela Circo Editorial em 1983 a revista “Chiclete com Banana”, um sucesso editorial (de uma tiragem inicial de 20,000 exemplares chegou a atingir 110,000), altamente influente e que contava com a colaboração de nomes como Luiz Gê, Glauco, Roberto Paiva, Glauco Mattoso e Laerte Coutinho.

A Chiclete com Banana é considerada até hoje como uma das mais importantes publicações de quadrinhos adultos já editadas no Brasil.

Angeli já teve suas tiras publicadas na Alemanha, França, Itália, Espanha e Argentina, mas foi no mercado de Portugal que obteve mais destaque, tendo uma compilação de seu trabalho lançada pela editora Devir em 2000, ano em que também viu a estréia de uma série de animação com seus personagens numa coprodução da TV Cultura com a produtora portuguesa Animanostra.

 

Referência : ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Angeli ; http://brasileiros.com.br/2012/03/confissoes-de-um-cartunista/ )

 

Infelizmente a lista de caricaturistas é muito maior do que este artigo, mas espero poder escrever mais sobre todos os outros profissionais que dedicaram a vida, por esta nobre arte.

 

 


 

As paródias e as caricaturas são as formas mais agudas de crítica.        Aldous Huxley

 


 

 

Caricatura ao vivo em Eventos

Baseada na popularidade crescente das caricatura impressas, nas últimas décadas, um novo ramo de caricaturas nasceu, a caricatura ao vivo em eventos.

No Brasil não existe um histórico de ações de caricatura ao vivo, mas os primeiros relatos modernos desta arte, datam dos anos ’80.

Inicialmente eram realizados apenas caricaturas ao vivo em papel, no começo dos anos ’90 surgiram as caricaturas ao vivo em camisetas e recentemente apenas, surgiram as caricaturas em canecas e caricaturas digitais ao vivo.

Atualmente os artistas que trabalham com caricaturas ao vivo, passam por uma profissionalização muito grande em reação aos anos anteriores, o que ocasionou uma evolução muito positiva no meio das caricaturas ao vivo.

A caricatura ao vivo é realizada em  festas, aniversários, feiras, congressos, casamentos ( empresas e particulares).

Seguindo uma tendência mundial de valorização artistica, a caricatura ao vivo se tornou tradição nos eventos ao vivo e muitas vezes acompanhamos festas, aniversários e casamentos que não acontecem sem um caricaturista para acompanhar os convidados.

Os trabalhos apresentados atualmente nos eventos ao vivo, são muito melhores que os trabalhos de 10 anos atrás.

 

 Caricatura em Camisetas ao vivo

Caricatura

 

As caricaturas ao vivo em camisetas, talvez sejam responsáveis pela grande divulgação dos eventos ao vivo, sempre é um grande sucesso onde quer que participe.

As pinturas são realizadas diretamente na camiseta branca, com a técnica de aerografia, os desenhos podem ser coloridas, ou em preto e branco.

Para que a ação aconteça, é preciso um pequeno espaço, eletricidade, e mais uma cadeira para o convidado se sentar, local bem iluminado com boa ventilação.

Hoje em dia, apenas poucos caricaturistas dominam a técnica de caricaturas ao vivo em camiseta com tanta precisão, arte e qualidade.

Confira mais detalhes e mais fotos, na Galeria de Caricaturas em Camisetas .

 

Caricatura em Papel ao vivo

caricatura 01

 

Descrevendo um pouco do trabalho de Caricatura ao Vivo em Papel, é preciso apenas alguns  lápis, ou canetão, folha, prancheta ( um local bem iluminado com mesa ) e pronto;  pode começar    a    festa.

Por não precisar de muito espaço, esta categoria de caricaturas foi a que primeiro ganhou os eventos ao vivo, e é a mais antiga que conhecemos .

Os desenhos são em preto e branco, realizados a lápis ( grafite ) ou canetão, geralmente são  realizados uma média de até 13 caricaturas em papel por hora, o papel utilizado, tem uma gramatura especial  de 120g ou 180g ( a empresa pode fornecer papel personalizado ) , e é entregue aos convidados em uma proteção plastica transparente ( suficiente para não estragar a caricatura ).

O formato padrão é o A4, mas outros formatos podem ser utilizados, dependendo da necessidade do cliente.

Confira mais fotos e mais informação na Galeria de Caricaturas em Papel.

 

Caricatura em Caneca ao vivo

caricaturas em canecas

 

Nos últimos tempos, surgiu nos eventos ao vivo a caricatura em canecas, e se tornou rapidamente muito conhecida em todo Brasil.

As caricaturas são realizadas no computador, com o auxílio de uma tablet, impressos e depois por processo de sublimação  prensadas na hora sobre a caneca .

São usadas  canecas de cerâmica resinada ; em média são realizadas 8 caricaturas  por hora.

É preciso uma mesa média para apoiar todo o material.

Confira mais trabalhos e informações na Galeria de Caricaturas em Canecas.

 

Caricatura Digital ao vivo

Caricatura

 

A caricatura digital ao vivo é apenas uma adaptação do trabalho em papel aos tempos modernos, com todo aditivo da evolução tecnológica.

Os desenhos são realizados através de um computador e uma tablet, e impressos na hora atraves de uma impressora, nos formatos fotográficos ou A4.

Para as caricaturas digitais ao vivo é necessário uma mesa média, e no mínimo duas cadeiras ( além de um espaço que seja protegido da luz solar, pois o equipamento é sensível a esta exposição ).

Em média são realizados até 10 caricaturas por hora; confira mais informações e fotos na Galeria de Caricatura Digital ao Vivo.

 

 


 

Caricaturas Sob Encomenda

Com o avanço da internet, muitas pessoas comuns gostariam de ter seu próprio desenho, sua própria caricatura, e com esta procura o mercado de caricaturas sob encomenda aumentou assustadoramente.

Além da arte para noivos e casais, que são comuns na internet, hoje também existe a procura por caricaturas para presentear mães, pais, funcionários, e até pets.

Com este aumento da procura, o trabalho  sob encomenda se profissionalizou e hoje em dia é possível ter sua própria caricatura em pouco tempo e de modo profissional.

Confira algumas artes sob encomenda.

 

 

 

 

Para conhecer mais detalhes da arte sob encomenda, visite Galeria Caricaturas Sob Encomenda e Galeria de Caricatura de Noivos.

 


Entre em contato com o Caricaturista Abel Costa, agende a data para seu evento ou encomenda.

 


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